terça-feira, 22 de maio de 2012

Estou saindo dessa esfera. Então, au revoir!



Essa é a postagem de número 366 - contando com as postagens arquivadas aqui e que pertenciam a outros blogs meus. São postagens que começam em 2008, ano em que eu ganhei meu desktop, e que chegam até hoje... Hoje quando eu decido parar.

Sim, Parar.




Não tenho mais nada que trazer pra essa esfera. Ela já não é mais minha. Sinto que ela deixou de ser já a alguns meses. Nesses dias, percebi que a muito muita coisa se esgotou. Que quem lhes escreve não é hoje quem era antes. Melhor: Já  não é nada. Voltei ao embrião. E como nascituro me asseguro no direito de não saber ainda falar, andar ou fazer com que entendam meus desejos. 

Deixo essa esfera pra procurar um lugar melhor, onde os polos não sejam achatados. Um lugar que talvez, só talvez, seja melhor que aqui.



É o fim.

Nesse ano bissexto que não chegou ao fim, eu termino antecipadamente os 366 dias. 

Passem sempre por aqui, o que fiz não foi de todo mal. Quem sabe não serve pra você como me serviu durante essa vida?

















Enjoy yourself it’s later than you think
Enjoy yourself while you’re still in the pink
The years go by as quickly as a wink
Enjoy yourself, enjoy yourself
It’s later than you think.
(Enjoy yourself, enjoy yourself it’s later than you think)



2008 - 2012.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Perdida na minha razão


Tanta coisa, tanta coisa. 
Tanto desespero, tanta satisfação. 
Tanta liberdade e prisão.


by Allen Williams

 
 
     Foram tantos os pensamentos. Pensamentos que vão do quão afetada me deixa a construção do que tenho que erguer até me questionar sobre como vou viver, como irei morrer; a lucidez é meu único desejo. Cheguei a conclusões que me levaram a um vazio maior do que o de costume; vazio esse em lugares antes repletos do meu pouco, mas suficiente, tudo. Um vazio que não faz minha derme sofrer, mas que avassala o que eu sou.
 
     Como me deixei transformar o monstro que me perseguia em alguém indiferente e alguém que estimo o melhor, pelo bem que me fez. Não tenho como não pensar nas coisas que me aparecem na mente depois das sessões no psicólogo. Não tenho como deixar de falar do como me acho perdida na minha razão, ao ponto de não saber ao certo do que venho fazer aqui, ou por ali com meus amigos, ou logo entre minhas leituras e meus escritos. 
 
      A consciência de que sou apenas poeira das estrelas não se esvaiu e forço que ela não desapareça. Se ela sumir, o que restará dessas sinapses? Não que eu tenha passado a pensar que sou algo além de um organismo que deixará apenas carbono para as próximas gerações. Mas, que pensando nisso eu tenha me perguntado do que vale minha inquietação? Minha paixão? Meu esforço em busca dessa maldita verdade, dessa razão? 
 
    Sempre eles os anos. Os que não vieram e que eu não sei se viram. Só eles me responderam...



domingo, 6 de maio de 2012

Logo, logo...

by Lissy Elle


Feriados que não podem ser usufruídos pelo ócio, fins de semana que não servem para descanso; dias tomados pelas obrigações. Dias onde relaxar é apenas o que não acontece.


Precisando de um descanso de verdade...


Assim que o tempo deixar e meu cronograma não falhar: conteúdo novo.





One way or another I'm gonna find ya
I'm gonna getcha getcha getcha getcha
One way or another I'm gonna win ya
I'm gonna getcha getcha getcha getcha
One way or another I'm gonna see ya
I'm gonna meetcha meetcha meetcha meetcha
One day, maybe next week
I'm gonna meetcha, I'm gonna meetcha, I'll meetcha...





sábado, 21 de abril de 2012

aff


- aff




Sábado. Aquele dia de fim de semana, onde as coisas são sopesadas e levadas à reflexão. Pelo menos pra mim é assim. Esporadicamente eu posso fazer qualquer outra coisa durante vintes horas de um sábado, mas as outras quatro, são todas para dizer-me das loucuras que fiz ou deixei por fazer.

Essa semana foi excepcional, não por grandes coisas, mas pelas coisas pequenas. Domingo, dia 15 acordei aos berros com Geisiane. Ela não queria levantar pra estudar, Xinguei desde às 5:15 da manhã, as nove e pouca ela levantou e foi dar jeito de estudar. Ela ainda não entendeu que não está mais nos seus seis anos, estudando na escola daqueles anos. Aliás, ela insiste em chamar a Universidade de escola, logo dou jeito nisso.

Terça, quarta, quinta e só uma coisa na minha cabeça, eu tinha uma grande prova. Não só por ela dizer se eu terei condições de passar na cadeira, mas principalmente pra eu provar pra mim que eu sou capaz e não uma simples oradora superficial e enfadonha. O julgo de alguns é sim imprescindível pra mim, mesmo quando olham de dentro daquela maldita sala. A prova se foi, e eu ainda não sei se relaxo. Essa dúvida, se eu fui bem ou não, não sai de trás da minha orelha.

Olha que bom, fui ao psicólogo na quinta, depois da prova, acreditam?! Ele me parece ser bem uma esfinge. Só que grita com os olhos: “Decifra-te ou eu lhe devorarei”. Não sei se ele me devoraria, mas pouca coisa sobra se eu não descobrir, ou melhor, aceitar quem eu sou. Mais sobre isso nos meus caderninhos intocáveis, os quais vocês não tem acesso. As vezes, nem Geisiane.

Essa semana que começa amanhã vai ser cheia, por que eu tenho resultados, daquela prova ali de cima e da prova de Filosofia, tenho o começo do ‘trabalho’ no Arquivo da Câmara de Mariana, tenho prova de Brasil I, que aliás já começa a me preocupar, por que não sei nem por onde começar alguns fichamentos dos textos que são base pra essa prova e por fim um monte de coisas que eu não sei que vão acontecer, mas vão me deixar louca.

O bom é que semana que vem acaba e abre os braços para um feriadão. Vem visita carioca por aí e tempo pra jogar conversa fora com os friends.

E assim vai a vida, vivendo o dia de hoje sonhando com o feriado da semana que vem...




sábado, 14 de abril de 2012

Julgo



Existe uma sala ela está lacrada por uma porta que tem um olho mágico, uma maçaneta e uma fechadura ínfima. Dentro dessa sala está a História. Eu estou espiando pela fechadura e captando os fragmentos, já que não tenho a chave - ainda - pra abrir a porta... Só que eu não serei julgada pelos fragmentos, mas pelo todo e  por alguém que está dentro da sala, alguém tem tatuado na pele as marcas de um estudo aprofundado da história, dada sua proximidade com ela e que além de tudo me vê pelo olho mágico.
Cruel?
                    Não deve ser...



segunda-feira, 9 de abril de 2012

!


                    Eu sempre quis ter contato com a natureza. Andar por aí com o pé na terra, nadar talvez, quem sabe surfar, voar, saltar de para quedas, eu podia até aprender a mexer com fogo e me tornar mestre em pirotecnia... Mas não deu, o máximo de integração que eu tenho com a natureza, é passar os dias olhando pro céu a espera de chuva, pra poder sair na área livre da casa e tomar banho de água fria. É, até quando eu vou sempre querer e nunca resolver ter?


sexta-feira, 6 de abril de 2012

"...O abismo acabará por olhar dentro de ti."


by Orlando Pedroso




“Quem deve enfrentar monstros deve permanecer atento para não se tornar também um monstro. Se olhares demasiado tempo dentro de um abismo, o abismo acabará por olhar dentro de ti.”

Friedrich W. Nietzsche


Essa é a citação que descreve com maior precisão o desenrolar dos acontecimentos desse início de graduação. Além de uma resposta aos desdobramentos, é também o prelúdio do meu temor: Até onde aguentarei não me transformar em um monstro? Até quando conseguirei manter os olhos do abismo longe dos meus?

As transformações são evidentes desde as primeiras aulas, mas eram mínimas neuroses que estavam tomando conta da derme, do organismo. Conversando com amigos depois de ver o filme “A Dama de Ferro”, que, aliás, é muito bom, nós começamos a falar do nosso empreendimento empirista.  Cada qual com seu mundo, eles numa mesma galáxia e eu em outra que nem sei como fui parar. Explico: As ciências humanas e sociais aplicadas são a Via Láctea, lugar onde eu nasci e onde eles estão já eu me encontro em uma galáxia não tão distante, mas onde o pensamento é distante o suficiente pra ser percebido sem muito esforço, parece que não tem nada de prático, coisa que eu não concordo, mas nos olhos alheios é uma teoria que de longe é atemporal, mas pra eles está presa no passado.

Como só o outro consegue ver alguma coisa de nós, eu aceito a afirmativa deles quanto ao distanciamento que já começo a lidar com as coisas, e captando a essência, ponho em prática a racionalização desse novo pedaço do meu eu.

Não sem pestanejar...

Não consegui ver esse distanciamento temporal, não me vejo vetada a raciocinar só no passado, muito menos que todos os meus estudos sejam direcionados pra um lugar longe do presente. ‘Ver’ o que já aconteceu e absorver seus efeitos sempre foi minha forma de sopesar o agora. Não acredito que o que faço hoje, nas minhas leituras e conclusões seja diferente, eu só tenho me embasado mais sobre o passado, e isso nem de longe me tira do eixo.

Vamos ver no que vai dar.


*
*  *

Eu tenho coisas a fazer, como sempre, e igualmente como sempre as deixo tomar conta da minha cabeça e não dos meus esforços diários. Tenho que organizar isso, antes que a corda se aperte em volta do meu pescoço. Nesse fim de semana vou empreender uma leitura clichê: “Manifesto do Partido Comunista” de Marx & Engels. Já comecei, mas não saí do primeiro capítulo, vamos esperar que eu chegue ao fim e sem precisar de reler eu consiga concluir meu julgo.

Outra coisa, que tinha me prometido era que organizaria meus poemas e textos, não consegui, vão continuar bagunçadíssimos espalhados por vários cadernos, hds e blogs. Um perigo para os meus direitos autorais...

Mais uma coisa...

 - Que tal ser ateia em uma família católica?
 - É assim, eu como muito bem nos feriados, principalmente na páscoa: chocolate 'glorificado' e sem blá, blá, blá da família... E nem preciso encenar nada. Engorda, mas a gente releva.

*
*  *

Acabei de achar... Muito bom:








sexta-feira, 30 de março de 2012

Quando se está em retalhos, só a dor da agulha ajuda.

Quando se está em retalhos, só a dor da agulha ajuda.



by pettrybyos


Segunda, terça, quarta, quinta, sexta, sábado, domingo,..., terça, quarta, quinta: Eu ao encontro da ajuda só pude entrar em chamas salgadas. Chamas essas que me revigoraram não me deram a utopia, mas não me deixaram jogada no lodo de todos esses outros dias subsequentes e cruéis.

Eu tenho essa estranha capacidade de fazer tudo minha derme. A chuva que me molha não é água, é muito mais que matéria. O som que chega aos meus ouvidos é mais que barulho, pode ser vida, pode ser morte, mas não é simples nota. Uma palavra, nunca será apenas letras, sempre será ‘magia’. Gestos nunca passaram como se fossem contrações musculares...

Mais capaz ainda eu devo ter me tornado, de mostrar uma imagem que não é minha. Mas isso só o tempo cura. Pois se você não faz ideia de quem é, por que eu deveria saber quem eu sou?

Como eu poderia mostrar para um cego à cor dos meus cabelos? Como eu poderia me ver em um espelho se vendassem meus olhos?

Mesmo de olhos bem abertos eu nunca saberei. Você também não. Aceite. Só morrer é certeza...


Agradeço muitíssimo a um bom homem, que viu em mim o que eu temia, mas não fez disso um problema. Muito melhor, me fez aceitar: Aqui nesse corpo jaz carne, não pedra. 





As I gave in to temptation
I've straighten across the line
Keep it under wraps in the cold store


sexta-feira, 23 de março de 2012

Sexta feira, 23 de março de 2012.


Já estou diferente.

Meus cabelos estão soltos e me lembram de Bethânia, Gal e Caetano, esse último há uns tempos atrás.  Aliás, estão todos bem mais centrados do que eu agora. Eu sei. Eu sou um bebê chorão, mas foda-se eu estou aqui nessa carne sofrendo...

E dói, dói muito. 

Não essa dor do poeta, nem a dor do sacrifício, nem mesmo a dor do incapaz. É dor de estar me perdendo novamente.

Foram tantos anos, construindo esse ser. Conseguia saber a hora de deixar as lágrimas rolarem, sabia até quando eu podia deixar maltratar...

Não! Não tire ele de mim.

Amigos, eu não quero magoar vocês. Quando acabar, eu quero vocês por perto, quero conhecer vocês de novo. Eu prometo fazer o possível pra amar vocês.

Quem eu vier a conhecer nessa época de monte de cinzas, esperem...

Essa fênix vai renascer.

Se não, até do pó se tira alguma coisa.

sábado, 17 de março de 2012

Café, Paracetamol, Halls e Hell!



Uma pausa, senhores... Uma pausa. 

Coloquei Magical Mistery Tour, dos Beatles, pra tocar. Papel e caneta pra descansar.

Já consegui quilos de cópias pra ler, já consegui o início de uma "úlcera" por causas psíquicas e falta de alimentação, já consegui ficar com o cu na mão durante algumas aulas, até ficar com medo. Que loucura que é essa vida na universidade. O grito de guerra é "AUTONOMIA! GOVERNE A SI MESMO SENÃO VOCÊ VAI SE FU*, AQUI NÃO É PRA CRIANÇAS! AUTONOMIA JÁ!"  Eu sempre dei jeito nas minhas coisas, mas quando gritam isso  na cara  parece que eu nunca fiz nada pra melhorar meu currículo ou minha vida. 

Essa "guerrilha" é favas contadas...

Eu estive pensando no estado que eu vou ficar ( ou já estou ficando) por causa desse monte de coisas. Minhas unhas grandes já estão fora, minhas horas vendo televisão ou zanzando pela internet já estão diminuídas a décimos, agora tudo só com objetivos... "Vai fazer o que online? Não pode msn, não pode chateação, olha ali as coisas que você tem pra fazer". Já já vou sair de casa de havaianas, jeans rasgado e com uma blusa bem surrada. (não posso esquecer dos paliativos. Anotado).

Ai que caos! Assim vou parir uma estrela ou um abismo.

Eu já desisti (lie) de tentar compreender essa dualidade, como ao mesmo tempo pode ser assim tão cão chupando manga e ao mesmo tempo tão propenso a cafuné?! Mataaaaa! Nunca mais Ricardo Pereira!

Café, Paracetamol, Halls e Hell!

Ai, até que enfim chegou em Strawberry Fields...

Não tô nem aí se tão achando que eu tô piorando, eu tô dando um tempo pra me acostumar, se você passa aqui, aguenta a mão que eu já já faço o laço do presente ou da corda.



tá tocando agora...







PALIATIVOS! Alive for palliative!

sábado, 10 de março de 2012

Agora

Bom dia, que tal heim?! E a semana?! Ficou preocupada, está em dúvida?! Agora é por sua conta.


Joshua Middleton 


Estamos sempre prontos a buscar asilo em lugares e pessoas, até mesmo em currículos escolares prontinhos pra serem executados ou em músicas que nos confortam. A necessidade de se ter apoio é inerente ao ser humano. Ser notado, parabenizado, estar de alguma forma conectado e em evidência. Quando caímos em um lugar que somos considerados apenas mais um, cai junto por terra parte da nossa segurança. Nesse instante temos escolhas e caminhos a serem seguidos. É nesse momento que por mais se procure asilo em uma poltrona, só o que se vai achar é uma cadeira rígida.




Hoje
Não há tristeza que me faça correr
Como se fosse o grande dia
E nesse dia responder
As minhas dúvidas
E a todas as perguntas que possamos ter
Daqui pra frente
Piso presente e penso aqui ser o lugar

domingo, 4 de março de 2012

Estudar, estudar mais um pouco, estudar de novo...



Eu sou capaz das maiores burrices, e mais uma vez isso foi jogado na cara da sociedade quando eu disse que a Odisseia tinha inspirado o filme Troia... Foi a Ilíada, ô idiota! E quem diz que não pode ficar pior?! Eu disse isso no meio da aula na universidade. Me matar ou não?! Eis a questão... Enfiar um pacote na cabeça na próxima aula?! Eis a solução.

Eu nem sei o que estou fazendo aqui e não lendo, tudo bem que eu já reli dois dos três textos, rabisquei mais do que criança quando vê uma parede branca e tem um giz de cera na mão. Mas esse stress todo é porque a aula de "Introdução ao Estudo da História", foi reveladora e massacrante. Eu achei que sabia alguma coisa, aí o que eu achava que sabia, não é bem a verdade, não é nada. Aí eu fico com o piii na mão, tentando enxergar até nos números das páginas uma salvação. Tenso.

Eu só tive duas matérias semana passada, e já estou meio louca, imagina quando vierem as outras?! Oo

Meu xodó tá tocando Geraldo Vandré, Pra não dizer que não falei de flores:




Tô no ritmo: "Que esperar não é saber/ Quem sabe faz a hora/ Não espera acontecer" Como eu não sei de nada, tô sem noção de tempo e não estão me deixando esperar, eu vou saindo daqui por que tenho mais o que fazer antes de arranjar um pacote pra cortar um espaço pra enxergar.


Segredo: É bom demais ficar assim sem saber de nada, é tudo novo de novo, é tudo lindo, tudo inspirador... Adeus tédio!


quinta-feira, 1 de março de 2012

Ainda é quinta...

Vegeta coração, vegeta... Vegeta por que o coma é profundo. 
Ikenaga Yasunari


Sabe esses momentos " Oi, meu nome é Tanãnã, isso, isso e aquilo outro, tenho tantos anos, blá, blá, blá" Então eu sempre me enrolo nisso, falo muito blá, blá, blá e fico parecendo retardada, fiz isso esses dias. Como diz minha vó "O que está feito não está por fazer".

Essa semana começaram as aulas na universidade, minha vó caiu escada abaixo e machucou o pé, eu achei que ia conseguir arrumar meu quarto, comecei outro conto, estou com sono, ainda é quinta feira...

Eu acabei de dar uma passadinha, bem superficial, admito, no blog "ideias erradas, teorias tortas e pensamentos sincopados", cinco minutos e algumas frases colhidas e achei os textos bem legais. Pra piorar ou melhorar, isso depende de onde se vê, vi passagens profundas e esse bichinho maléfico que mora dentro de mim, deu te talhar na rocha do meu ego que eu não tenho mais escrito coisas que valem  realmente serem lidas. Acho que tenho que resolver isso...

Complicado, mas não tão cruel. Vou me esforçar, preciso disso não é mesmo?!


Que tal uma musiquinha?
Krolzinha colocou no Facebook dela hoje, boa de ouvir...




Girl, put your records on,
tell me your favorite song.
You go ahead, let your hair down.
Sapphire and faded jeans,
I hope you get your dreams.
Just go ahead, let your hair down.
You're gonna find yourself some where,some how











terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Carnaval, filmes e universidade



Eu tô um caco, mais descabelada que o normal. Assim que publiquei o último post no blog ( Cinema: Jule &Julia, 2009) eu troquei de roupa as pressas - não podia sair de casa parecendo um mendigo, e fui pro primeiro dia de carnaval...

Sim!

Isso mesmo, eu saí do meu quarto, passei pelos cômodos, peguei um ônibus e fui pro centro... Eu fui pro Carnaval!

Na quinta eu fui pro bloco de rua "Os Conspirados", que tem como a maioria dos integrantes pacientes dos Centros de Atenção Pscicossocial (CAP's) daqui de Ouro Preto; não fui na maior animação, mas depois eu encontrei com meu amigo Gustavo e decidi ficar até a noite na rua. Na loucura ainda me embrenhei no meio de outro bloco o "Vermelho i Branco", mas passei correndo! Já tinha cansado, cheguei perto do palco do show da Andrea Amendoeira, Samba da Pimenta, parte do Circuito Gastronômico em homenagem a Elis Regina que começou no dia 8 e acaba hoje. O show ia abrir o carnaval daqui, e no ápice da loucura eu aceitei ir no bloco "Candonguêros" na segunda, ontem... Eu só podia ter batido a cabeça né?! Mas eu fui mesmo assim, não foi ótimo, mas não foi ruim, foi suficiente... Suficiente pra eu chegar marcada de sol em casa, e morrendo de dor nas pernas... 

Será que ano que vem tem mais?!

Agora é aguardar mais uma porção de ritos católicos, esses que regem o país que se diz laico, pra aproveitar o chocolate em abril. Até lá...

***

Mesmo tendo uma crise de falta de lucidez e indo ao carnaval, eu não deixei de ver meus costumeiros filmes de sempre. Esse ano eu vi quatro filmes, revi um e assisti a um documentário:















Levando em conta todos os filmes, tive uma média de boas escolhas. Louca pro próximo feriadão, já tenho inúmeros títulos em mente! 

***




Gente semana que vem começam as aulas na universidade... Semana que vem! SOCORROOO! Lá vou eu chegar no primeiro dia de aula, com mais vergonha do que se estivesse vestida de short jeans e abadá de carnaval de 2001, louca pra achar uma carteira onde ninguém possa me ver e eu possa passar desapercebida. Não conheço nenhuma alma sequer no ICHS, tomara que não comece a pagar meus micos razoáveis, como gaguejar quando falar, ou não ouvir quando perguntam...Pior! Entender uma coisa e responder, só que não ser nada a ver com o que foi perguntado... Surdez é foda!

Que eu não morra antes de terminar o curso, hehe!

 ***


A música que mais tocou no meu media player esses dias foi...

Moves like Jagger - Maroon 5 feat. Christina Aguilera


Just shoot for the stars if it feels right
Then aim for my heart if you feel like
Take me away and make it okay
I swear I'll behave




          Lola is back!

          



quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Cinema: Julie & Julia ( 2009)




Um filme sobre o que eu amo fazer, umas das poucas coisas capazes de me fazer esquecer os momentos desagradáveis... Cozinhar, pra mim, pra quem eu amo, pra quem eu quero feliz.


Assim foi com Julia Child (Meryl Streep) na França entre as décadas de 1940 e 1950, nos Estados Unidos até o fim, com Paul, seu marido (Stanley Tucci) e com Julie Powell (Amy Adams) para Eric (Chris Messina) no Queens – NY, em 1998, em cima de uma pizzaria, num lindo apartamento. Pra não passarem os dias presas na burocracia e nas obrigações do serviço público, ou na solidão de um país diferente, elas se jogam na maravilha que é a comida, que é cozinhar. Cada uma da sua maneira. Seguindo a receita para uma boa comida: Paixão...


Um filme que na superfície fala de cozinhar, mas profundamente fala de amor, de uma vida feliz e de como manteiga demais é a receita certa pra maioria dos pratos.


Feito em 2009, com a direção de Nora Ephron, e com a fotografia maravilhosa de Stephen Goldblatt, é baseado em duas histórias reais nos livros “Julie & Julia", de Julie Powell, e "My Life in France”, de Julia Child e Alex Prud'homme. O filme tem 123 minutos entrelaçando as vidas dos personagens e muita comida francesa. Meryl Streep ganhou o Globo de ouro como melhor atriz pelo filme.


Ficha Técnica (adorocinema.com)


Nome original: Julie & Julia
Gênero:Drama
Duração:2 hr 3 min
Ano de lançamento: 2009
Estúdio: Columbia Pictures / Scott Rudin Productions / Easy There Tiger Productions
Distribuidora: Columbia Pictures
Direção: Nora Ephron
Roteiro: Nora Ephron, baseado no livro "Julie & Julia", de Julie Powell, e "My Life in France", de Julia Child e Alex Prud'homme
Produção: Nora Ephron, Laurence Mark, Amy Robinson e Eric Steel
Música: Alexandre Desplat
Fotografia: Stephen Goldblatt
Direção de arte: Ben Barraud
Figurino: Ann Roth
Edição: Richard Marks
Efeitos especiais:Brainstorm Digital